Letra
Sai do sol e vem pra sombra, bebê
(Foda-se, meu irmão)
(Natanzinho, que honra)
(Que delícia, ah!) Vamo, bora!
Uh, torando tudo, meu patrão
Ó' que situação
Palavras tão baixas, não dá pra entender
Esse medo que cresce, não para
É uma história que se complicou
Eu sei bem o porquê, e aí?
Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços?
Me entorta as costas, me dá um cansaço
A maldade do tempo fez eu me afastar de você
E quando chega a noite
Eu não consigo dormir
Meu coração acelera
E eu sozinho aqui
Eu mudo um lado da cama
Eu ligo a televisão
Olho os meus olhos no espelho
Telefone na minha mão
Pro tanto que eu te queria, o perto nunca bastava
E essa proximidade não dava
Me perdi no que era real e no que eu inventei
Reescrevi as memórias, deixei o cabelo crescer
E te dedico uma linda história confessa
Nem a maldade do tempo consegue
Me afastar de você eh, yeh, yeh
Lhe contei tantos segredos
Que já não eram só meus
Rimas de um velho diário
Que o destino escreveu
Entre palavras não ditas
Tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga
E o tempo nunca passou
(Joga, baixinho, baixinho, vamos)
E quando chega a noite
Eu não consigo dormir, não
Meu coração acelera
Eu sozinho aqui, eu mudo
Eu mudo o lado da cama
Eu ligo a televisão
Olho os meus olhos no espelho
E o telefone na minha mão
É o bebê e o fini fiote' (se não for pra chorar)
(Eu nem bebo)
Vamo bora (que delícia, bebê)
(Natan é o nome dele!)
(Foda-se, meu irmão)
(Natanzinho, que honra)
(Que delícia, ah!) Vamo, bora!
Uh, torando tudo, meu patrão
Ó' que situação
Palavras tão baixas, não dá pra entender
Esse medo que cresce, não para
É uma história que se complicou
Eu sei bem o porquê, e aí?
Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços?
Me entorta as costas, me dá um cansaço
A maldade do tempo fez eu me afastar de você
E quando chega a noite
Eu não consigo dormir
Meu coração acelera
E eu sozinho aqui
Eu mudo um lado da cama
Eu ligo a televisão
Olho os meus olhos no espelho
Telefone na minha mão
Pro tanto que eu te queria, o perto nunca bastava
E essa proximidade não dava
Me perdi no que era real e no que eu inventei
Reescrevi as memórias, deixei o cabelo crescer
E te dedico uma linda história confessa
Nem a maldade do tempo consegue
Me afastar de você eh, yeh, yeh
Lhe contei tantos segredos
Que já não eram só meus
Rimas de um velho diário
Que o destino escreveu
Entre palavras não ditas
Tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga
E o tempo nunca passou
(Joga, baixinho, baixinho, vamos)
E quando chega a noite
Eu não consigo dormir, não
Meu coração acelera
Eu sozinho aqui, eu mudo
Eu mudo o lado da cama
Eu ligo a televisão
Olho os meus olhos no espelho
E o telefone na minha mão
É o bebê e o fini fiote' (se não for pra chorar)
(Eu nem bebo)
Vamo bora (que delícia, bebê)
(Natan é o nome dele!)
